sábado, 27 de dezembro de 2014

CAMPO DE BATALHA

Quando estou numa batalha, sabendo que DEUS prometeu, mas, mesmo assim sendo atacada pela dúvida e descrença, gosto de ler e meditar nessa passagem:

“O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido, pois era já de quase cem anos, nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara. E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus, E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer.” Rm 4:18-21

Abraão tinha recebido uma promessa de DEUS de que faria com que ele tivesse um herdeiro. Muitos anos vieram e se foram, e ainda não havia nenhuma criança. Abraão ainda estava esperando em fé, crendo que o que DEUS havia dito aconteceria. Enquanto ele se mantinha firme, era atacado por pensamentos de dúvida.

A desobediência numa situação como esta é simplesmente desistir quando DEUS está nos ordenando que perseveremos. Desobediência é negligenciar a voz do SENHOR ou o que quer que DEUS esteja nos falando pessoalmente.

DEUS coloca sonhos no coração do SEU povo; eles começam como sementinhas. Assim como uma mulher tem uma semente plantada no seu ventre quando fica grávida, da mesma forma ficamos “grávidos” com as coisas que DEUS promete. Durante a “gravidez”, o inferno trabalha arduamente para tentar fazer com que “abortemos” nossos sonhos. Uma das armas usadas é a dúvida; a outra é a descrença. Ambas trabalham contra a mente.

Joyce Meyer

O QUE AMAMOS


quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

RAZÃO DO NATAL

Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. 

Lucas 2:11

A esta altura do mês de dezembro, você deve estar bastante cansado de ter andado pelo comércio e por muitas lojas na correria insana à procura de presentes e dos preparativos para a celebração do Natal junto à sua família e amigos.

Obviamente, não acredito em Papai Noel, mas achei muito interessante o seguinte texto de autor desconhecido intitulado “Nenhuma comparação”:

“Por que Jesus é melhor do que Papai Noel? Papai Noel vive no polo norte. Jesus está em todos os lugares. Papai Noel anda num trenó. Jesus anda nas asas do vento e andou sobre as águas. Papai Noel nos visita uma vez por ano. Jesus está sempre presente para nos ajudar. Papai Noel enche suas meias com presentes. Jesus supre todas as suas necessidades. Papai Noel entra pela chaminé sem ser convidado. Jesus está à porta e bate... então, entra em nosso coração quando convidado.

“Você tem que ficar na fila para ver Papai Noel. Basta mencionar o nome Jesus, e Ele está ali pertinho. Papai Noel deixa você sentar em seu colo. Jesus deixa você descansar em Seus braços. Papai Noel não sabe o seu nome, ele diz: ‘Ei, garotinho’, ‘Ei, menininha, como é o seu nome?’ Jesus já sabia nosso nome antes mesmo de nascermos. Ele não somente conhece nosso nome, Ele sabe o nosso endereço também. Ele conhece nossa história e nosso futuro, e sabe quantos fios de cabelo temos na cabeça.

“Papai Noel tem a sacola cheia de doces. Jesus tem o coração cheio de amor. Papai Noel diz: ‘Não precisa chorar.’ Jesus diz: ‘Vou cuidar de você; lance seus cuidados sobre Mim e Eu cuidarei de você.’

“Os que ajudam o Papai Noel fazem brinquedos. Jesus faz vidas novas, remenda corações feridos, conserta lares quebrados e constrói mansões.

“Papai Noel coloca presentes sob sua árvore. Jesus tornou-se nosso presente e morreu numa ‘árvore’.”

Não há sombra de dúvidas; realmente não há comparação. Apenas devemos nos lembrar do verdadeiro sentido do Natal. E colocar Jesus no centro da festa.

Jesus é a razão do Natal.

Elbem César

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O MAIOR PRESENTE

Todos os anos, as lojas ficam cheias de pessoas a procura de presentes e os supermercados oferecem desde panetones até ceias caras e sofisticadas, tudo para que o natal seja uma festa completa.

A gente se envolve nesse clima que acaba se deixando levar pelo consumismo e acaba esquecendo de que o natal é muito mais que festas, comidas e presentes. É preciso, de vez em quando, parar para pensar na forma de viver que estamos desenvolvendo e voltar o olhar para o primeiro natal.

E ver que naquele dia também houve festa. Diz a Bíblia que os anjos cantavam nos céus a mais bela música que este mundo já ouviu e que pastores foram a Belém e adoraram ao menino na manjedoura e que reis do Oriente ofereceram seus presentes: ouro, incenso e mirra!

O maior presente do primeiro natal não foi o louvor dos anjos nem foi o ouro, a mirra ou incenso dos magos, mas foi o amor de Deus que encarnou em uma criança e nasceu em Belém! O maior presente do Natal foi Jesus Cristo!

Que neste natal não nos esqueçamos disso nem por um minuto e que louvemos ao Senhor por seu Filho Jesus!

Feliz Natal

 Fandermiller Freitas

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

OS PASTORES E O DESEJO DE ADORAR

Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.

 Lucas 2.7-8

Os planos de Deus são misteriosos e maravilhosos! Você não concorda? O problema é que, ás vezes, o Pai precisa interferem na história de homens para que estes planos se realizem, e, ao fazer isto, Ele causa mudanças drásticas na vida dessas pessoas.

Foi assim com os pastores que tudo o que queriam era ter uma noite tranquila com suas ovelhas. Talvez estivessem cansados de um dia longo de trabalho, ou então, queriam apenas dormir para enfrentarem o dia seguinte.

Na verdade, quando os anjos apareceram e anunciaram que Jesus tinha nascido, eles foram afetados em sua rotina de vida e sentiram-se desafiados a encontrar o Messias prometido que havia nascido numa manjedoura.  Abandonaram suas ovelhas, se desfizeram de todo o cuidado e atenção que davam ao rebanho e foram sem pensar, sem preocupações, sem dilemas adorar o Filho de Deus.

Que o exemplo dos pastores nos afete positivamente e que, neste natal, sintamos o desejo de encontrar-se com Jesus, mesmo que seja preciso abandonar nossas preciosas ovelhas.

Que jamais esqueçamos que o principal da festa é o Filho de Deus que nasceu para nos trazer esperança e vida!

Fandermiler Freitas

domingo, 21 de dezembro de 2014

JOSÉ E MARIA

E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. 
Lucas 1.26-27

Se já assistiu a uma partida de xadrez, já viu o enxadrista mover as peças no tabuleiro com habilidade e estratégias a conduzir o oponente ao lugar e a situação que ele desejava. Da mesma forma, Deus teve que preparar os tempos para o nascimento de Jesus, ele moveu várias peças, tocou no coração de reis e governos, mudou a história de homens simples, fez a natureza se manifestar em festa e até anjos irradiaram graça e louvor.

No entanto, ninguém foi mais afetado que José e Maria. Eles estavam em preparação para o casamento. Faziam planos para uma vida feliz e, de repente, um anjo anuncia-lhes que Jesus estava chegando ao mundo e que eles seriam os pais do Filho de Deus.

À princípio, talvez não entenderam o que realmente significava isso. Mas, aos poucos, foram compreendendo que a tarefa não seria nada fácil. Teriam de abandonar seus planos, sonhos e desejos e se submeterem ao "novo" projeto de Deus.

O natal nunca foi só festa, luzes, presentes! Não, foi muito mais, teve dor, fuga, renúncia, mas, sobretudo amor, muito amor, tanto divino (Deus enviando seu filho aos homens) como humano (Maria e José renunciaram suas vidas e sonhos para serem os pais do menino que nasceria para salvar a humanidade).

Fandermiler Freitas

sábado, 20 de dezembro de 2014

PERDOANDO

Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.

Ef. 4.32

Quando somos traídos, enganados nos sentimos tão mal. A gente confia em alguém, entrega-lhe uma parte importante da nossa existência e, de repente, vemos a dor rasgar nossa vida, ferida pelas mãos de quem não esperávamos.

Quando Jesus estava no jardim do Getsêmani, ele viu a traição chegar na pessoa de Judas, um amigo, um discípulo, o tesoureiro. Sendo assim, ele era alguém em quem Jesus confiava. Mas a reação do Mestre me encanta: Amigo, para que vieste?

Eu fico imaginando como alguém que conhece tudo, que sabia o que Judas estava tramando, que ele estava conduzindo soldados e sacerdotes por aquele jardim para que Ele, o Filho de Deus, fosse preso e acusado perante as autoridades, que isso o levaria a morte, e ainda assim, deu a face para alguém que desejava e planejava o seu mal. E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou.

Mas como poderia ser diferente, se durante todo o seu ministério, ele pregou o amor, o perdão, a outra chance? Como poderia agora, no teste final de sua missão falhar? Jesus apenas nos mostrou que ser atacado, humilhado, traído, odiado não nos dar o direito de agirmos do mesmo modo.

Ele não era igual a Judas! Era a luz, o filho de Deus e, Judas, as trevas, e como qualquer outro ser humano precisava de amor, da verdade, do perdão. E por ser assim, quando encontrou-se com Judas no Jardim, agora não como Mestre e discípulo, mas de lado opostos - Jesus ainda ofereceu o amor e o perdão.

Que Deus nos ajude a seguir os passos de Jesus.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

ORGULHO... DE QUÊ?



"Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade..."

 Salmos 24:3, 4

Duas senhoras, em Xangai, estavam conversando sobre Hudson Taylor, desejando saber se, alguma vez, ele se sentiu tentado a ser orgulhoso. Uma das senhoras se dirigiu à esposa de Hudson Taylor e lhe fez a pergunta. A esposa do missionário disse que não sabia responder a tal pergunta. Mas, depois da conversa, ela foi até o marido e lhe falou sobre o assunto. Ele se mostrou surpreso e perguntou: "Orgulhoso, de que?" A esposa respondeu: "Pelas coisas que você fez". Imediatamente, então, ela recebeu a bela resposta: "Que eu saiba, nunca fiz nada". Taylor estava certo. Ele nunca fez qualquer coisa. Deus fez tudo nele e através dele.

Que grande privilégio é saber que Deus faz grandes e maravilhosas coisas, tanto em nossas vidas como através delas. Quando isso acontece, nós somos muito abençoados e as pessoas que estão junto a nós também o são.

Quando deixamos Deus trabalhar em nossas vidas, andamos no caminho certo, fazemos o que é correto e somos muito mais felizes. A nossa vida transmite fé, o nosso rosto mostra um sorriso inigualável, nossas atitudes são dignas de serem imitadas, os ambientes são iluminados e o nome de Jesus é sempre glorificado e engrandecido.

De que devemos nos orgulhar? Não de nós mesmos, nem do que fazemos, nem dos resultados de nosso trabalho. Nós nos orgulhamos pelo fato de termos sido escolhidos, de estarmos sendo usados por Deus, de ser um canal de regozijo para todos. Nada somos e, ao mesmo tempo, somos tudo. Somos filhos de Deus e herdeiros do Céu de glória. Essa é a grande razão de nosso contentamento.

A vaidade é o caminho mais rápido para o fracasso. A humildade nos leva muito mais longe... Afinal, ter orgulho de que?

Paulo Barbosa

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ABANDONASTE

"Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor."
Apocalipse 2.4

Quantas vezes a gente se afasta de coisas que considerávamos importantes e valiosas por motivos tão banais? Era um encontro, um sonho, um amigo, um amor, um valor, um sentimento? Muitas! E algumas delas são trocadas por um vício, são substituídas por um novo amor, outras são simplesmente desprezadas e abandonadas.

Da mesma forma que quando crescemos deixamos de apreciar as coisas de crianças, nós vamos deixando pelo caminho os pedaços daquilo que deixaram de ser importantes para nós à medida que avançamos nos anos.

No versículo acima, o Senhor Jesus lamenta que os cristãos de Éfesos, outrora tão dedicados, com conduta exemplar e feitos louváveis, se encontrarem afastados do primeiro amor, vivendo um novo amor, com novos objetivos e alvos que os conduzia ao distanciamento do propósito para os quais foram chamados.

As vezes a gente não entende que não basta ir a igreja é preciso está vivendo o amor genuíno. O amor de Deus.

Fandermiler Freitas

sábado, 13 de dezembro de 2014

COISA ALGUMA DEMASIADO DIFÍCIL PARA DEUS

Ah Senhor Deus! Eis que tu fizeste os céus e a terra com o teu grande poder, e com o teu braço estendido; nada há que te seja demasiado difícil;

Jeremias 32.17
 
Muitos anos atrás, dois estranhos se achavam numa rua de Plymouth, na Inglaterra. Era meia-noite, e o grande relógio da cidade soava as horas. Onze. Doze. Treze! Os dois homens discutiram o esquisito fenômeno por um momento, depois foi cada um para sua direção.

Várias semanas depois, o capitão Jarvis, um dos homens, despertou de manhã cedo, com a forte impressão de que devia fazer alguma coisa. Levantou, vestiu-se e desceu as escadas. Diante da porta, o soldado que o servia estava com o cavalo selado e pronto para montar. Intrigado, o capitão Jarvis montou e afastou-se. Não tinha ideia quanto ao lugar a que devia ir, nem por que, de modo que afrouxou as rédeas no pescoço do animal, deixando seguir para onde quisesse.

No lugar de embarque, o barqueiro estava pronto para atender passageiros. Sentira-se impressionado de ser necessário ali. Do outro lado do rio, montou e prosseguiu. Numa das maiores cidades, perguntou se havia algo especial ali, e lhe foi dito que um homem estava sendo julgado por crime de homicídio.

Dirigindo-se apressadamente para o tribunal, o capitão entrou justamente quando o juiz perguntava ao prisioneiro:

-    Tem você alguma coisa a alegar em seu favor qualquer coisa?

-    Não tenho nada a dizer, senhor, senão que sou inocente.

E contou então a história do relógio que batera treze horas em vez de doze e como outro homem observava esse fato além dele.

-    Esse homem poderia provar que eu estava ali (no próprio momento em que foi cometido o homicídio), mas é um caso desesperado. Como o poderia eu encontrar?

-    Estou aqui! Estou aqui! - exclamou o Capitão Jarvis.

E contou a notável cadeia de acontecimentos que o haviam levado ao tribunal, e confirmou a história contada pelo homem acusado. Este foi posto em liberdade.

Mil Ilustrações

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

PRIMAVERA

Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.

Ec. 11-10

Eu adoro flores. Adoro ver as árvores floridas, o som próprios dos pássaros, as borboletas e beija-flores deslizando sobre as rosas. Quando a primavera lança seus primeiros raios no horizonte é como se a natureza se transformasse e os sons ganhassem formas e cores. É como se um pincel mágico desenhasse alegria na vida.

A primavera chegou! A mais bela das estações! E com ela a esperança de que tudo será renovado. A natureza se veste de um verde mais vivo e lança flores pelos galhos na certeza de que a vida irá continuar e de que em breve pequenas plantas surgirão para perpetuar a espécie.


Na terça-feira, dia 22 de setembro, ouvi no jornal a notícia de que a primavera iniciou às 18h18min e pensei "como Deus é bom para conosco! Ele nos permitiu viver mais uma estação". Não é só o momento de agradecer ao Pai por seu cuidado, proteção e carinho, mas a ocasião de avaliar os nossos passos para não mergulharmos no absurdo da vaidade, da perda de tempo.


Salomão declara no versículo acima que se não tivermos atenção, os nossos passos nos levarão para junto da ilusão, e a dor e o desgosto nos acompanharão pelo caminho e a primavera, o momento de festejarmos a alegria de viver e as belezas da vida, será apenas uma estação sem vida e cor.


Jesus Cristo disse aos seus discípulos que a vida não é fácil, que haveria grandes dificuldades, mas era preciso ter bom ânimo; porque ele venceu o mundo. Hoje, poucos dias depois do início da primavera, siga a voz do Mestre, anime-se e olhando para a nova estação caminhe em direção a vitória conquistada por Ele na cruz.

Fandermiler Freitas

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

POUCA BAGAGEM

Todos os grandes heróis da fé andaram por terreno desconhecido em algum momento de suas vidas. É o caso de Noé, ele, certamente, deu cada passo estritamente de acordo com a revelação divina. Sabia que DEUS estava no controle de sua vida e o tinha colocado no lugar certo, no momento certo.

Esse é exatamente o local onde queremos estar. É o tipo de certeza que devemos ter. Temos de estar caminhando tão próximos do SENHOR que ouvimos SUA voz no meio de qualquer tumulto em nossa vida. Temos de confiar NELE de forma tão completa que O seguiremos onde quer que nos conduza. Temos que andar estritamente dentro da luz revelada que ELE nos deu, não correndo adiante dela, nem ficando para trás, e nem nos debatendo para tomar outra direção.

Quando viajamos pelo deserto, há grande possibilidade que DEUS não nos revele o destino final. ELE tem várias razões para agir assim. Se revelasse para onde estamos indo, não estaríamos caminhando pela fé. Em geral a magnitude daquilo que está a nossa frente está a cima da nossa capacidade de compreensão. Podemos comprometer os planos de DEUS por pensarmos muito pequeno, ou podemos atrasar todo o processo por causa da dúvida.

DEUS conduziu os israelitas através do deserto porque, se os levasse pela rota direita, eles teriam de enfrentar os filisteus.DEUS sabia que naquele momento os israelitas ainda estavam com muito medo e não conseguiriam confiar que ELE lutaria por eles.

Você e eu não precisamos ficar tanto tempo no deserto, pois, podemos dar uma resposta diferente. DEUS nos conduz para o deserto porque quer que aprendamos a caminhar.pela fé, confiando NELE a cada passo. Reconhecemos que o deserto é o lugar onde DEUS nos chama para esquecermos nosso conforto e nos movemos em direção ao desconhecido, a fim de que ele possa nos guiar para onde precisamos ir.

Na travessia no seu deserto, eu sugiro que carregue pouca bagagem, leve a Palavra de DEUS, uma medida de paciência, uma veste de louvor, um pequeno tapete para aqueles momentos de oração fervorosa, e um vaso vazio para armazenar a água viva que DEUS derrama sobre você.


Stormie Omartian no livro "O PODER DA FÉ EM TEMPOS DIFÍCEIS" Ed Mundo Cristão

domingo, 7 de dezembro de 2014

FIZ O QUE PUDE

Um jovem ambicioso aceitou um emprego em uma grande fábrica. Tudo foi bem na primeira manhã, mas pouco depois do almoço a máquina com que ele trabalhava começou a fazer estranho ruído. Por vários minutos o novo e juvenil empregado fez oficiosamente este e aquele arranjo, apertou um parafuso aqui e outro ali, e usou generosamente o lubrificante. O estranho ruído porém continuava.

Demasiado orgulhoso para reconhecer que era deficiente na habilidade mecânica, o rapaz desligou a máquina. Fez várias tolices com uma chave inglesa, depois ligou a chave novamente, esperançoso. A máquina se recusou a trabalhar. Suando de tensão nervosa, continuou seus esforços de reparação, mas sem nenhum resultado.

A essa altura, apareceu o mestre. Acanhado, o novo empregado explicou o caso do ruído, e tentou defender suas tentativas de consertar a máquina. Encolhendo os ombros, terminou seu discurso assim: "Afinal, fiz o que pude." "Jovem", respondeu o experimentado mestre, "aqui, fazer o melhor é mandar me chamar!"
 
A maioria de nós tem tido experiências semelhantes. Temos lutado em nossa força humana com problemas para os quais nos havemos demonstrado incapazes. Afinal, impotentes, olhamos ao redor para sentir o Mestre a contemplar-nos, e dizendo: "Invoca-me no dia da angústia. Eu te livrarei."

Mil Ilustrações

sábado, 6 de dezembro de 2014

NÃO DESANIMAR!

Abraão Lincoln também experimentou muito de derrota antes de seu triunfo final. Se bem que recebesse muitos reveses ao lutar por ir avante, não desistiu. Considerem esta lista de retrocessos, entremeados de êxito:
 
1.    Perdeu o emprego em 1832.
 
2.    Foi derrotado na legislatura de Illinois    em 1834.
 
3.    Fracassou nos negócios em 1833.
 
4.    Eleito para a câmara estadual em 1834.
 
5.    Morreu a eleita do seu coração em 1835.
 
6.    Sofreu de esgotamento nervoso em 1836.
 
7.    Derrotado para orador da legislatura de Illinois em 1838.
 
8.    Derrotado na indicação para o Congresso    em    1843.
 
9.    Eleito para o Congresso em 1846.
 
10.    Perdeu a reindicação em 1848.
 
11.    Rejeitado para importante cargo oficial em 1849.
 
12.    Derrotado para o Senado em 1854.
 
13.    Derrotado para indicação como vice-presidente em 1856.
 
14.    Novamente derrotado para o Senado em 1858.
 
15.    Eleito presidente em 1861.
 
Todos nós temos experimentado derrotas, especialmente em nossa luta contra o pecado. Mas embora tenhamos fracassado muitas vezes, não devemos desistir. Como nosso Salvador, podemos vencer. Podemos participar do triunfo final, quando o Rei dos reis terá posto "na Terra o direito".

IMITE-AS


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A FÉ É O REMÉDIO

A velha semente de trigo deve morrer para que se manifeste a vida de uma nova planta.

A morte do velho homem é portanto necessária para que brote a nova criatura.

Até mesmo a morte e transformação do nosso corpo físico é necessária para que recebamos o novo corpo glorificado que nos foi prometido.

Então para o cristão tudo é lucro. Nada mais é perda. Louvemos e nos alegremos então no Senhor que nos tem dado isto.

O remédio que Jesus prescreveu aos discípulos para vencerem a turbulência de seus corações, é o mesmo remédio que temos que tomar, a saber a fé em Deus.

Ele lhes disse que cressem no Pai e que cressem também n`Ele.

Construa sua confiança nos grandes princípios revelados na Palavra, especialmente nas promessas que Deus nos deu pelo Filho.

Crer no Pai e no Filho é o melhor remédio para curar o coração aflito. Por isso a promessa para o justo é que viverá pela fé.

E a fé é direcionada para o céu, para as moradas celestiais que o Senhor foi preparar para nós.

Principalmente quando ficamos firmes na fé nas aflições a vida de Cristo transborda em nós em todas as circunstâncias.

Ela não está ancorada em nada deste mundo que passará, mas no céu e nas coisas que não podem ser abaladas ou removidas.
Silvio Dutra